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A mostrar mensagens de novembro, 2023

Acontecimento Pessoano

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  No dia 29 De Novembro De 1935 Pessoa escrevia a sua última frase: “I know not what tomorrow will bring: Eu não sei o que o amanhã trará.” Morria no dia seguinte no Hospital São Luís dos Franceses em Lisboa por volta das 20h00.

essência poética aquisição e divulgação

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  Hoje partilho um excerto do meu livro essência poética: (...) O teu momento foi curto, deixando em mim tantos porquês. Ah, que vida tão mal vivida, mas ainda assim, viveste-a sempre com uma gargalhada pura e contida. Neste momento, penso que momentos fugiram, Sem ter o momento de dizer tanta coisa,  Sem pensar que o momento viria.  (...)  In, e ssência poética Este livro encontra-se disponível para venda. Caso tenham interesse em entrar e desfrutar da minha e ssência poética, podem adquiri-lo.  Para o efeito, utilizem os seguintes contactos: ineslagartinho@gmail.com e/ou helenalagartinho@gmail.com Sabem, foi um gosto enorme escrever este livro, mas hoje é, ainda mais, incrível poder partilhá-lo convosco! Desde já, muito obrigada pela, eventual, aquisição e pela ajuda na divulgação! Beijinhos.

Essência poética

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  Essência poética assim chamei a este livro. Este livro é dedicado a alguém Muito Especial. Por razões emocionais o lançamento ficará para mais tarde. Contudo, o livro está disponível para venda. Se quiser adquiri-lo envie um e-mail para mim: ineslagartinho@gmail.com.

4 anos do lançamento do livro solidário “pedaços de… nós"

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Ontem fez 4 anos que o livro solidário “pedaços de… nós" foi lançado mas, só faço referência hoje pela simbologia do número 17. Afinal foi uma iniciativa da "17 17 Acreditar", onde 17 autores contribuíram com um conto. Foi um privilégio fazer parte deste livro com o conto Da minha janela. A segunda versão do conto, publicada nos Fazedores de Letras é praticamente igual à primeira, podem encontrá-la aqui:  "Da minha janela."     💓😘

Curiosidade Pessoana

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  Se, depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia” é um dos poemas mais celebres do heterónimo Alberto Caeiro. Este poema foi escrito a 8 de Novembro de 1915 e seria incluído nos “Poemas Inconjuntos.” A versão inicial, que se encontra conservada no espólio, sofreu emendas e não corresponde exactamente à versão publicada originalmente em Fevereiro de 1925, no Nº 5 da revista "Athena."

Pensamento \ reflexão do dia

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  Graças a aplicações como HBO e Netflix as pessoas vão cada vez menos ao cinema o que me deixa preocupada. É preciso ir ao cinema!

Jorge de Sena

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  Hoje é noite de recordar as palavras de Jorge de Sena. Afinal era o dia do seu aniversário. “Beijo Um beijo em lábios é que se demora e tremem no abrir-se a dentes línguas tão penetrantes quanto línguas podem. Mais beijo é mais. É boca aberta hiante para de encher-se ao que se mova nela. É dentes se apertando delicados. É língua que na boca se agitando irá de um corpo inteiro descobrir o gosto e sobretudo o que se oculta em sombras e nos recantos em cabelos vive. É beijo tudo o que de lábios seja quanto de lábios se deseja.”  Penso que o poema se encontra: in,  Antologia Poética, 1999. Porto: ASA