Por entre recordações
Hoje faz nove anos que lancei o livro Com Passos pela primeira vez. O segundo lançamento realizou-se em Abril de 2016. Aqui fica um poema. A sétima pedra de Beresford Nunca percebi muito das matérias de Beresford. (Isto é dito com suavizante de marca bem cara.) Ah, tantas saudades tenho eu da minha sétima pedra Humana. É com sétimas memórias que o entender seletivo se forma, Ah, bons e velhos tempos em que me informei tanto. Tempos quase tão magros como Olívias feitas de Palitos! Tempos sisudos por fora mas doces por dentro. Tempos de grandes vozes, acompanhadas de saltos de volta e meia! Tempos de longos cabelos encaracolados à espera de saírem [cá para fora; Tempo em que a letra era gigante nem dava azo a ter miopia. Oh, meu ocultismo verbal Beresfordiano, Foste a demência dos céus na mente, Foste a luta não conseguida na escuridão; Em ti pus meias orações interrompidas entre quantitativos! Oh, noite pensativa das três janeiras que tanta tristeza me deste. Mas uma nova vontad...