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A mostrar mensagens de janeiro, 2023

Pensamento Do Dia

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 Procuro uma nova forma para a minha poesia porque a poesia é sinónimo de reinvenção    

Pensamento Do Dia

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Protestar é com o povo português até já chegámos ao ponto de misturar a ficção com a realidade.

Pensamento Do Dia

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 O acto poético é muitas vezes um acto Sagrado!

Pensamento Dia

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   Sonhar é muitas vezes criar realidades ilusórias.   

Sabia que...

Há 100 anos, em Janeiro de 1933, foram publicados cinco poemas de Fernando Pessoa traduzidos para francês na 𝘊𝘢𝘩𝘪𝘦𝘳𝘴 𝘥𝘶 𝘚𝘶𝘥 (Marselha). O autor das traduções foi Pierre Hourcade, que conheceu Pessoa em Lisboa e de quem se tornou amigo. Hourcade foi o primeiro tradutor para francês da obra de Fernando Pessoa.

Teatro

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 Ontem foi de ir ao teatro São Luiz ver Tudo sobre a minha mãe. Sem dúvida que os atores fizerem um excelente trabalho.  😀 

Dia do centenário do nascimento de Eugénio De Andrade Poema IV

Eugénio de Andrade nasceu a 19 de Janeiro de 1923 no Fundão e morreu no Porto a 13 de Junho de 2005. Aqui fica mais um poema seu. “Urgentemente É urgente o Amor, É urgente um barco no mar. É urgente destruir certas palavras ódio, solidão e crueldade, alguns lamentos, muitas espadas. É urgente inventar alegria, multiplicar os beijos, as searas, é urgente descobrir rosas e rios e manhãs claras. Cai o silêncio nos ombros, e a luz impura até doer. É urgente o amor, É urgente permanecer.” Eugénio de Andrade   

Trois Chansons Mortes Fernando Pessoa 100 Anos

Fernando Pessoa também escreveu em francês e foi em Janeiro de 1923, que foram publicados na revista 𝘊𝘰𝘯𝘵𝘦𝘮𝘱𝘰𝘳𝘢 ̂ 𝘯𝘦𝘢 «Trois Chansons Mortes», um conjunto composto por três poemas são eles: «Vous êtes belle: on vous adore...», «J'eus un rêve. L'aube...» e «Si vous m'aimiez un peu».  Foram os únicos poemas em francês que foram publicados por Fernando Pessoa em  vida. Podem entrá-los neste link:  Trois Chansons Mortes Fernando Pessoa

Sugestão cinematográfica

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Estreia hoje  O Crime do Padre Amaro às 22h31 na RTP 1. Aqui fica o Trailer. Não percam.    

Pensamento Do Dia

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 Deixa ser o Tempo a decidir o teu futuro  

Pensamento Do Dia

  Escrever é cada vez mais uma forma de questionar o mundo e de mergulhar no nosso intimo.

Da minha janela segunda versão publicada nos Fazedores de Letras

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 O conto Da minha janela foi primeiramente publicado no livro solidário “pedaços de… nós ”  Da minha janela Todos os dias, pela manhã, independentemente da hora e das rotinas do dia, o meu olhar era como um imane, parecia mecanizado, a minha visão era logo direcionada àquele pedaço de monumento que conseguia ver da minha janela. Era como um ritual inconsciente, mas que me alimentava a alma.  Eu gostava do que via, era uma arquitetura barroca e soberba; contudo, remexia com os meus sentimentos, um misto de vazio, medo, luxúria que despertava em mim uma curiosidade inabalável. Daquele sítio eu conseguia ver várias clarabóias onde incidiam os raios de sol. Havia um pequeno varandim de ferro. Viam-se ainda arcos e pequenos bancos, e um piano, arpas e corredores que se ligavam entre si. Ao redor do monumento a natureza tinha abusado da beleza, com árvores gigantescas que serviam de casa às mais diversas espécies de aves e em dias de calor serviam de sombra a quem ali p...

Centenário do nascimento de Eugénio De Andrade Poema III

 "Urgentemente É urgente o amor É urgente um barco no mar É urgente destruir certas palavras, ódio, solidão e crueldade, alguns lamentos, muitas espadas. É urgente inventar alegria, multiplicar os beijos, as searas, é urgente descobrir rosas e rios e manhãs claras. Cai o silêncio nos ombros e a luz impura, até doer. É urgente o amor, é urgente permanecer." Eugénio de Andrade, In As palavras Interditas  - Até Amanhã, Assírio & Alvim.

Centenário do nascimento de Eugénio De Andrade Poema II

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“As amoras O meu país sabe às amoras bravas no verão. Ninguém ignora que não é grande, nem inteligente, nem elegante o meu país, mas tem esta voz doce de quem acorda cedo para cantar nas silvas. Raramente falei do meu país, talvez nem goste dele, mas quando um amigo me traz amoras bravas os seus muros parecem-me brancos, reparo que também no meu país o céu é azul.”  Eugénio de Andrade, in O Outro Nome da Terra,  Assírio & Alvim .

Centenário do nascimento de Eugénio De Andrade

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 Este ano comemora-se o centenário do nascimento de Eugénio De Andrade. Por isso partilho alguns poemas da sua autoria. “As Palavras   São como um cristal, as palavras. Algumas, um punhal, um incêndio. Outras, orvalho apenas.   Secretas vêm, cheias de memória. Inseguras navegam: barcos ou beijos, as águas estremecem.   Desamparadas, inocentes, leves. Tecidas são de luz e são a noite. E mesmo pálidas verdes paraísos lembram ainda.   Quem as escuta? Quem as recolhe, assim, cruéis, desfeitas, nas suas conchas puras?”   Eugénio de Andrade,  In As palavras Interditas   - Até Amanhã,  Assírio & Alvim .

Sugestão Leitura!

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Feliz Ano Novo com as palavras De Pessoa

 " ANO NOVO Ficção de que começa alguma cousa! Nada começa: tudo continua. Na fluida e incerta essência misteriosa Da vida, flui em sombra a água nua. Curvas do rio escondem só movimento. O mesmo rio flui onde se vê. Começar só começa em pensamento." Fernando Pessoa

Ano Novo

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