Aqui fica um excerto da minha narrativa de viagem. O resto fica para lerem mais tarde. (...) Durante o tempo que estive em Nova Iorque fiquei em casa da minha tia Hunne Wayter. A velha senhora era muito rigorosa com a minha educação. A sua figura fazia-me lembrar as histórias americanas que lia quando era mais pequena. Ela viveu num tempo em que a aprendizagem era muito severa, contudo a severidade não lhe chegava ao coração. Hunne Wayter era muito baixa chamavam-lhe a rodinhas baixas, esta alcunha trazia-lhe más recordações uma vez que na sua infância tinha sido alvo de discriminação por parte dos seus colegas e familiares. (...)