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Conto da minha janela - Primeiro Capítulo

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essência poética

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Hoje partilho um excerto do meu livro essência poética: (...) O teu momento foi curto, deixando em mim tantos porquês. Ah, que vida tão mal vivida, mas ainda assim, viveste-a sempre com uma gargalhada pura e contida. Neste momento, penso que momentos fugiram, Sem ter o momento de dizer tanta coisa,  Sem pensar que o momento viria.  (...)  In, e ssência poética Este livro encontra-se disponível para venda. Caso tenham interesse em entrar e desfrutar da minha e ssência poética, podem adquiri-lo.  Para o efeito, utilizem os seguintes contactos: ineslagartinho@gmail.com e/ou helenalagartinho@gmail.com Sabem, foi um gosto enorme escrever este livro, mas hoje é, ainda mais, incrível poder partilhá-lo convosco! Desde já, muito obrigada pela, eventual, aquisição e pela ajuda na divulgação!

Silêncio

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 Li em algum sítio que “Cada silêncio tem por dentro, o seu mistério.” O mistério de cada silêncio está guardado numa Força Superior e já mais poderá ser revelado. Na impossibilidade de descobrirmos o mistério de cada silêncio daremos asas à nossa imaginação.   Definiremos cada silêncio. O primeiro silêncio terá o nome de frenético, ocorre quando as palavras ficam a ferver entaladas na garganta.   O segundo silêncio terá o nome de trágico. Este silêncio está associado a um acontecimento trágico que nem as palavras são capazes de descrever.  O terceiro silêncio terá o nome de maravilhoso. Este silêncio está associado às coisas maravilhosas que comtemplamos nesta incerta vida, essas coisas são de tal forma maravilhosas que não temos palavras que possam adjetivá-las.           Finalmente, o quarto silêncio será aquele que não permite entrar em discussão quando achamos que temos razão e normalmente ocorre a seguir a declarações est...

Aniversário Pessoa

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  Fernando Pessoa faria hoje 136 anos. Recordemos um poema da "Mensagem" publicada em 1934. "O INFANTE Deus quer, o homem sonha, a obra nasce. Deus quis que a terra fosse toda uma, Que o mar unisse, já não separasse. Sagrou-te, e foste desvendando a espuma. E a orla branca foi de ilha em continente, Clareou, correndo, até ao fim do mundo, E viu-se a terra inteira, de repente, Surgir, redonda, do azul profundo. Quem te sagrou criou-te português. Do mar e nós em ti nos deu sinal. Cumpriu-se o Mar, e o Império se desfez. Senhor, falta cumprir-se Portugal!"

A Poesia Camoniana

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No dia de Camões recordemos o início do meu ensaio sobre a sua Obra  Inicialmente o dia 10 de Junho era designado como o dia da raça, foi com a queda do regime ditatorial do Estado Novo a 25 de Abril de 1974, passou chamar-se dia de Portugal, de Camões e das comunidades portuguesas. Este dia foi estipulado como feriado, na sequência dos trabalhos legislativos após a implantação da República a 5 de Outubro de 1910. Este feriado homenageia como sabemos Luís Vaz de Camões que nasceu em 1524 ou em 1525 e morreu em Lisboa a 10 de Junho de 1580. Este poeta tem na minha opinião uma importância incomensurável na história da nossa literatura . A afirmação sublinhada justifica-se pela fama que alcançou com a publicação de " Os Lusíadas " em 1572. Recorde-se parte do comentário de Frei Bartolomeu Ferreira membro da Santa Inquisição em Portugal antes da Obra ser publicada. “VI. por mandado da Santa e Geral Inquisição esses dez Cantos dos Lusíadas de Luís de Camões, dos valorosos ...

Por entre recordações

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  Hoje faz nove anos que lancei o livro Com Passos pela primeira vez. O segundo lançamento realizou-se em Abril de 2016. Aqui fica um poema. A sétima pedra de Beresford Nunca percebi muito das matérias de Beresford. (Isto é dito com suavizante de marca bem cara.) Ah, tantas saudades tenho eu da minha sétima pedra Humana. É com sétimas memórias que o entender seletivo se forma, Ah, bons e velhos tempos em que me informei tanto. Tempos quase tão magros como Olívias feitas de Palitos! Tempos sisudos por fora mas doces por dentro. Tempos de grandes vozes, acompanhadas de saltos de volta e meia! Tempos de longos cabelos encaracolados à espera de saírem [cá para fora; Tempo em que a letra era gigante nem dava azo a ter miopia. Oh, meu ocultismo verbal Beresfordiano, Foste a demência dos céus na mente, Foste a luta não conseguida na escuridão; Em ti pus meias orações interrompidas entre quantitativos! Oh, noite pensativa das três janeiras que tanta tristeza me deste. Mas uma nova vontad...

Pensamento do dia

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 As incerteza da vida estão guardas numa Força Superior e já mais poderão ser reveladas.