Ó terra de verde pranto

 

Ó terra de verde pranto,

Porque te atormentam tanto?

Serás as décimas de Cirandel,

Quando o sol esfriar sobre a planície,

Não serei mais nada senão uma pequenez.

 

Oh, abismo encontrado na luz de um vulto,

Serás indelével ao romper de uma montanha.

Observo a manhã cinzenta que desce dos céus,

E sou a pequena erva que fez chorar esta terra,

Sou a pequena chuva que fez chover os campos.


Lê-se em com passos

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